terça-feira, 27 de março de 2012
Nossas risadas.
quarta-feira, 27 de julho de 2011
101 coisas em 1001 dias.
Enfim, o projeto desta vez é fazer uma lista de 101 coisas que você gostaria de realizar em 1001 dias. Então eu começo hoje (27/07/2011) e tenho até 23 de abril de 2014 (aniversário do meu irmão, oi?). Será que conseguirei? Veremos!
2.
4.
13.
21. Praticar mais exercícios físicos
27. Ter, pelo menos, um dia no mês pra fazer coisas de mulherzinha com alguma amiga.
36. Diminuir o tamanho dos seios
58. Fazer uma super festa de aniversário
64.
66. Ter um texto, conto ou poema publicado.
73. Beber 2 litros de água por dia, por pelo menos 2 meses
terça-feira, 19 de julho de 2011
A realidade sobre o virtual.
A vida seria mais fácil se alguns botões virtuais viessem para a nossa realidade. Dar um unfollow em quem insuportavelmente temos que ouvir suas historias. Bloquear quem nos enche o saco. Um print seria o suficiente para guardarmos certas cenas, como aquele pôr do sol nas pedras do Arpoador. O uso do Delete seria quase que obrigatório. E, quando algo desse errado, apertaríamos o Ctrl+Alt+Del, e recomeçaríamos sem salvar.
Todo e qualquer comentário maldoso seria enviado para a caixa de SPAM. E aquela galera insuportável teria que enviar uma solicitação para ter sua amizade. Solicitação prontamente recusada, claro.
Não podemos esquecer dos cheats. Quando precisássemos de dinheiro seria só digitar “Klapaucius” e lá estariam mil reais depositados, para serem usados sem cobranças futuras.
Teríamos diversos atalhos e não precisaríamos digitar todo o endereço para chegarmos aonde tanto gostaríamos. Sem contar que a distância não seria medida por quilômetros. Mas por bytes.
Caso o nosso desejo de consumidor estivesse ativo, seria necessário mandar imprimir e logo teríamos o produto que tanto gostamos. Sem pagar e sem esperar a boa vontade dos Correios.
Mataríamos o tédio jogando Angry Birds ou qualquer outro joguinho chato e viciante. Para chegarmos a algum lugar seria necessário ir ao Google Maps e clicar no ponto “B”. Plim! Sem atrasos, sem trânsito, sem gente que não tem noção do espaço!
As imperfeições o Photoshop iria corrigir e nem entrar na faca seria preciso. Estaríamos super perto de quem admiramos. E se ficássemos doentes, era só passar o antivírus que estaríamos bem novamente.
A história da sua vida passaria no Youtube. E quando você tirasse uma foto maravilhosa, era só clicar em "compartilhar" e todas as suas redes sociais (não tão sociais assim) teriam o link.
Nada de transfusões de sangue, coração batendo mais forte ou borboletas no estomago. Mas uma quantidade absurda de fios ligando todos os circuitos.
Nada de encontrar conhecidos pelas ruas, ver alguma cena engraçada ou histórias para contar. Tudo seria virtual, sem toques, nem esperas.
Japão seria logo ali. Seu status no Twitter seria “vou dar uma voltinha por Paris”, e lá estaria você. Sozinho. Ou então, “vou comer com os amigos”. E todos estariam com suas webcams ligadas via Skype. Você não teria que disputar lugar perto de fulano, pedir o refrigerante ou o ketchup. Vida tão agitada, vida tão solitária.
O que parecia uma solução tão boa já não é bem quista, certo? Talvez o prazer da vida seja todas as essas confusões, dores, risos e o contato de pele que só a realidade pode oferecer.
Quanto aos futuros carros voadores e teletransportes, deixem que os filmes de ficção transforme-os em pseudo-realidade.
quinta-feira, 2 de junho de 2011
Cigarros, bebidas e chicletes.*
Enquanto me embebedo a ponto de dizer toda e qualquer verdade, aguardo a entrada dele por aquela porta velha do bar. Sei que é besteira pois acabamos de brigar, mas minha mente esperneia e me obriga a ficar. Desisto de rimas tão bobas enquanto acendo um cigarro e peço uma dose de vodka pura. O garçom me olha estranho enquanto diz que isto não é hora de uma garota beber sozinha. Ele nem imagina que antes do seu turno começar, o motivo para toda esta bebedeira me deixou, enquanto eu ainda lhe falava.
Pago a conta e masco um chiclete, já que o cheiro do álcool exala e afasta qualquer pessoa que se aproxima de mim, enquanto sorrio boba, segurando as lágrimas. Vou em direção ao carro e me assusto ao vê-lo me esperando. Talvez seja somente uma alucinação proveniente de todas as bebidas que ingeri. Mas não, não é uma mentira! Ele vem ao meu encontro, me toma em seus braços e me beija apaixonadamente. Ouço uma crítica boba por causa do meu paladar:
-Cigarros, bebidas e chicletes, péssima combinação!
Sorrio enquanto procuro palavras para formular alguma pergunta sobre qual é o motivo da sua presença. Ele me abraça, diz que me ama e que nunca mais me deixará.
E mais uma vez eu caio em seus braços. Mais uma vez acredito em suas palavras. Novamente me engano com a atmosfera romântica do momento, e acredito que fomos feitos para durar.